Metodologia Editorial, Dados e Limitações
Como o site organiza fontes, calcula cenários e diferencia dado real, dado estimado e fallback demonstrativo.
1. Camadas de informação
As análises separam quatro camadas: fato observável, indicador de mercado, interpretação econômica e cenário simulado. Essa divisão reduz o risco de misturar notícia, opinião e projeção. Quando um gráfico usa fallback, a página deve deixar claro que o objetivo é demonstrar funcionamento e lógica de sensibilidade.
2. Fontes preferenciais
As fontes preferenciais são órgãos públicos, organizações internacionais, agências estatísticas, bolsas, relatórios de energia, entidades portuárias e documentos oficiais. Entre as referências recomendadas estão IEA, EIA, OPEC, World Bank, IMF, OECD, UNCTAD, WTO, Energy Institute, bancos centrais, autoridades aduaneiras e publicações técnicas de transporte.
3. Atualização
Artigos devem exibir data de atualização. Dashboards conectados a APIs devem informar provedor, horário aproximado de atualização e status da conexão. Caso a API falhe, o fallback deve ser visualmente identificado para evitar confusão entre dado real e dado demonstrativo.
4. Simuladores
Os simuladores usam fórmulas simplificadas para mostrar sensibilidade. Eles não substituem planilhas financeiras auditáveis. Variáveis como frete base, combustível, pedágio, seguro, risco, demurrage, fila, distância e utilização precisam ser ajustadas de acordo com contratos, rotas, modais, sazonalidade, moeda e impostos.
5. Revisão de qualidade
Antes de publicar, cada página deve passar por revisão de duplicidade, clareza, links internos, fontes, autoria, data de atualização, responsividade móvel, ausência de placeholders e coerência entre título, promessa e conteúdo entregue.
6. Limitações
Mercados de energia e frete mudam rapidamente. Eventos políticos, climáticos, militares, regulatórios e financeiros podem alterar preços e disponibilidade em poucas horas. O site busca explicar mecanismos e cenários, não garantir cotação, previsão ou decisão única.